O mundo do tênis masculino em 15, 16 (e além)

Pequenos comentários sobre a temporada da ATP de 2015

e muitas estatísticas e previsões para 2016.

 

(Antes de mais nada, esse post serve também para consulta própria de estatísticas – que são super fáceis de encontrar na net, tive nenhum esforço em buscar isso – e ver o quanto as coisas mudam daqui a 12 meses)

2015 foi o ano em que Novak Djokovic continuou seu domínio no mundo do tênis. Dos 14 torneios mais importantes, 10 títulos, 3 vices e somente em Madri ele deu uma chance para os outros, não participando. O que poderia ter sido a volta de Rafael Nadal e um impulso para o decacampeonato de Roland Garros se transformou na coroação de Andy Murray, com uma vitória incontestável de 6-3 / 6-2. Junto com outra vitória inesperada de Murray (6-4; 4-6; 6-3) sobre Djokovic no Master de Canadá, o escocês se consolidou como o número 2 do mundo ao fim do ano. No Master seguinte, em Cincinnati, Roger Federer inova com o retorno à rede e vence com certa facilidade o sérvio (7-6(1); 6-3), se transformando em um quem-diria-favorito ao US Open.

 

Os outros seis masters foram conquistados por Djokovic, um recorde: Vitórias sobre Federer em Indian Wells (6–3, 6–7 (5), 6–2), Murray em Miami (7-6(3); 4-6; 6-0), Tomas Berdych em Monte Carlo (7-5, 4-6, 6-3), novamente Federer em Roma (6-4, 6-3), Jo-Wilfred Tsonga em Xangai (6-2, 6-4) e novamente Murray em Paris (6-2, 6-4). Ou seja, 8 finais para Djokovic (um recorde também), 4 para Murray, 3 para Federer, 1 para Nadal, Berdych e Tsonga.

 

Djokovic também foi o grande astro nos Grand Slams: Um fim arrasador contra Murray na Austrália (7-6 (5), 6-7 (4), 6-3, 6-0); depois novamente de dois tie-breaks nivelados, um fim seguro contra Federer em Wimbledon (7-6 (1), 6-7 (10), 6-4, 6-3); e a história se repete – sem tie-break – no US OPen (6-4, 5-7, 6-4, 6-4) em que Federer não surpreende o sérvio indo à rede no serviço do rival.

 

No meio disso tudo a grande derrota, novamente em Roland Garros: após levar o primeiro set, uma virada diante de um Stanislas Wawrinka monumental (4-6, 6-4, 6-3, 6-4).

 

Além disso, a vitória categórica no Finals de Londres de 6-3, 6-4 diante de Federer, vingando a derrota na primeira fase: 7-5, 6-2. Também venceu na semi Nadal categoricamente por 6-3, 6-3, sem ceder break point, confirmando a vitória na final do ATP500 de Pequim: 6-2, 6-2. Federer ainda venceu o rival uma terceira vez no ano, na final do ATP 500 de Dubai: 6-3, 7-5. A única outra derrota de Djokovic antes da final: 7-6 (2); 6-7 (6); 4-6 para Ivo Karlovic nas quartas de Doha (250). Estes foram os únicos três torneios “menores” disputados por Djoko.

 

Entre os outros jogadores, a certeza que Federer segue entre os melhores; assim como Nadal, apesar dos resultados díspares nos Grand Slams: Enquanto Federer teve sua única falta na derrota da terceira rodada para Andreas Seppi, atingindo as quartas em Roland Garros (d. Wawrinka) e finais em Wimbledon e US OPen, Nadal perdeu nas quartas da Austrália (Berdych) e ROland Garros (Djokovic) e segunda rodada de Wimbledon (Brown) e terceira nos EUA (Fognini). Ainda assim, se recuperou ao final da temporada, chegando às fases finais dos torneios mais importantes e terminando como número 5 do mundo, sendo que no meio do ano chegou ao 10º posto.

 

Wawrinka é outro que mostra certa regularidade nos torneios mais importantes: Semi na Austrália (d. Djokovic) e no US Open (d. Federer), e quartas em Wimbledon (d. Gasquet 11-9 no quinto set), apesar de ter atingido apenas duas semis e outras duas quartas em Masters (e semi no Finals). Já Murray além da final na Austrália e semis em Roland Garros (d. Djokovic) e Wimbledon (d. Federer) perdeu cedo nos EUA (oitavas para Kevin Anderson), mas conquistou a vice-liderança especialmente pela regularidade nos masters: além dos dois títulos e dois vices, foram mais três semifinais. Federer, ao contrário só passou das oitavas em duas ocasiões: No título em Cincinatti e no vice em Roma.

 

Entre os outros, nada restou muito: Berdych começou bem a temporada, com a semi da Austrália e outros masters (Miami, Madri) e final de Monte Carlo, mas não foi muito além. Nishikori só chegou a duas semis de Masters (Madri e Canadá) e Ferrer quatro (Roma, Canadá, Paris e Cincinatti).

 

Das 18 vagas em finais de Master, 8 ficaram com Djokovic, 4 com Murray e 3 com Federer. As outras três estiveram com Berdych, Nadal e Tsonga. Já entre os semifinalistas de Grand Slam, Djokovic esteve em todas as finais; Wawrinka e Murray estiveram em três semis (aquele ficou de fora na Inglaterra e este na França); Federer chegou em duas, indo à final em todas. As outras quatro vagas ficaram com Berdych (Austrália), Tsonga (RG), Gasquet (Wimbledon) e Marin Cilic (US Open).

 

Agora, minha parte favorita. Pensar em como avançaram os principais jogadores em termos de conquistas históricas, o que eles podem fazer em 2016 (e quem sabe, no futuro…). De maneira geral Djoko continuando a ser o fator dominante do circuito pode continuar a ultrapassar Nadal em todos aspectos (apenas número de jogos e vitórias está distante) e se aproximar dos recordes gerais. Será que Djokovic, 6 anos mais novo que Federer continuará a ser uma grande força do circuito na próxima década e ameaçar alguns recordes de longevidade de Fed (e de Connors e Lendl)?

 

1- GRAND SLAM NA ERA ABERTA

 

 

1a- Títulos: Roger Federer permanece líder com 17 e Nadal empatado no segundo lugar com Pete Sampras (14). Novak Djokovic começou o ano em oitavo empatado com John McEnroe (EUA) e Mats Wilander (SUE), mas passou os dois e também Jimmy Connors (EUA), Ivan Lendl (TCH/EUA) e Andre Agassi com 8. Agora com 10, pode muito bem passar o quarto da lista, Bjorn Borg (11). Será que em dois anos passa Sampras e Nadal? Tem fôlego para chegar em Federer? Provavelmente precisa de três anos para tal feito, no mínimo.

 

Lá embaixo, Wawrinka chegou aos dois de Murray, Safin e Hewitt.

 

1- FEDERER 17

2- NADAL, Sampras 14

4- Borg 11

(+3) 5- DJOKOVIC (7) 10

(-1) 6- Connors, Lendl, Agassi 8

(-1) 9- McEnroe, Wilander 7

 

1b- Finais: Roger Federer tinha 25 e aumentou para 27, líder absoluto, a frente de Nadal (20), Lendl (19), Sampras (18) e Borg (16). Djokovic tinha 14 (9º lugar), mas passou Connors e Agassi (15) e Borg e empatou com Sampras na quarta colocação. Não parece nada impossível que chegue a duas finais a mais do que Nadal e vire vice ao fim do ano. Murray aumentou uma final e com suas 8 ainda sonha com um espaço no top10, o que pode acontecer no próximo ano.

 

1- FEDERER (25) 27

2- NADAL 20

3- Lendl 19

4- Sampras 18

(+5) DJOKOVIC (14) 18

(-1) 6- Borg 16

(-1) 7- Connors, Agassi 15

9- McEnroe, Wilander, Edberg 11

 

1c- Semifinais: Federer segue líder, ampliando de 36 para 38. Connors é o vice com 31 e tem seu lugar ameaçado por Djokovic que pulou de 24 para 28, empatando com Lendl e passando Agassi (26). Nadal continua em sexto com Sampras (23) e tenta voltar a andar nessa lista. Murray com suas três semis nos primeiros GS do ano chegou a 17 e ameaça mais realisticamente entrar nesta lista ano que vem, quem sabe já na oitava colocação.

 

1- FEDERER (36) 38

2- Connors 31

3- Lendl 28

(+2) DJOKOVIC (24) 28

(-1) 5- Agassi 26

6- NADAL, Sampras 23

8- McEnroe, Edberg 19

10- Boris Becker 18

 

1d- Quartas: Federer ampliou um pouco a vantagem para Connors: de 43 passou para 46 a 41. Djokovic, antigo quinto colocado fez o dever nos 4 torneios e empatou com Lendl (34) e pode passar Agassi na terceira colocação (36) em 2016. Nadal passou de 27 para 29, empatando com Sampras na sexta colocação. Pode se isolar, mas o quinto lugar é impossível para 2016, mas provável para 2017 (apenas cinco o empataria com Lendl, afinal). Ao chegar nas três quartas, Murray passou ao menos Becker (23) e Wilander (20).

 

1- FEDERER (43) 46

2- Connors 41

3- Agassi 36

4- Lendl 34

(+1) DJOKOVIC (34) 34

6- Sampras 29

(+1) NADAL (27) 29

8- McEnroe, Edberg 26

(N) 10- MURRAY 24

 

1e- Vitórias: Federer chegou a 297 e deve conseguir a 300ª conquista na terceira rodada da Austrália. Em seguida: 2- Connors (233), 3- Agassi (224), 4- Lendl (222). Durante o ano Djokovic passou Nadal (Wimbledon) e Sampras (US Open): agora tem 207 vitórias contra 203 do americano e 198 do espanhol.

 

O que pode acontecer em 2016: Federer se isolar mais ainda (Djokovic precisaria de uns seis anos em ótimo estado para ameaçar o suiço), mas 18 vitórias o colocariam a frente de Agassi e Lendl (desde 2010 ele ganha pelo menos 19 jogos por ano). As 28 vitórias de um eventual Grand Slam (sem desistências de adversários) o levariam para 235, duas a mais que Connors. Mesmo que soe difícil, é uma meta um tanto tranquila para 2017. Se repetir as 27 deste ano em 16, consegue.

 

Já Nadal vai tentar passar Sampras na Austrália (difícil que não consiga até Paris pelo menos) e também mira Lendl e Agassi com campanhas quase perfeitas (24 e 26 vitórias de diferença) para conseguir em 2016, mas um eventual terceiro lugar geral é alcançavel em 2016, considerando que Djokovic permanecerá na frente: precisaria vencer 35 jogos, uma média de 4,5 por torneio, 18 por ano. Foram 11 vitórias em 2015, 16 vitórias em 2014 e 14 vitórias em 2013. NEste ritmo, chegaria lá em 2018, pois a média para tanto cairia para 12 vitórias por ano (3 por torneio). A principal dificuldade disso é que Nadal dispute todos os torneios. 2015 foi o primeiro ano desde 2011 em que ele não deixou de disputar um GS.

 

Andy Murray com 153 vitórias deve passar ou em Roland Garros ou em Wimbledon Boris Becker (ALE, 163) e entrar no top10. John McEnroe (nono colocado, 167) também é ultrapassável. Stevan Edberg com 178 parece ter o oitavo lugar assegurado. Entre os tenistas em atividade, David Ferrer ainda tem uns quatro anos para tentar entrar no top10 (130 vitórias)

 

1- FEDERER 297

2- Connors 233

3- Agassi 224

4- Lendl 222

(+2) 5- DJOKOVIC (180) 207

(-1) 6- Sampras 203

(-1) 7- NADAL (187) 198

8- Edberg 178

9- McEnroe 167

10- Becker 163

 

1f- Participações: Roger Federer passou para 66, se isolou na vice-liderança e faltam 4 para alcançar o recordista Fabrice Santoro. Salvo alguma lesão grave, em 17 já vira líder isolado. Hewitt, em terceiro com 65, deve encerrar a carreira com 66 em Melburne. Andre Agassi é o quarto com 61. Participando de Wimbledon e EUA, Tommy Haas chegou a quinta colocação empatado com Jonas Bjorkman e Mikhail Youzhny, com 58. Youzhny não perde um GS desde o US OPen de 2008, mas precisa jogar o qualificatório para participar do Aberto da Austrália. Na oitava colocação Connors, Lendl, Chang (EUA0 e Wayne Ferreira (AFS) com 57. Djokovic tem 44, Nadal e Wawrinka 43 e Murray 39. Para atingir o top10, só em 19, no melhor dos caso ou 20. David Ferrer com 51 e TOmas Berdych com 49 estão na frente. Devem entrar no top10 em 2016: Feliciano Lopez com 56 e TOmmy Robredo com 55.

 

1- Santoro 70

2- FEDERER (62) 66

3- Hewitt (62) 65

4- Agassi 61

5- Bjorkman 58

(N) HAAS (56) 58

(N) YOZHNY (54) 58

(-2) 8- Connors, Lendl, Chang, Ferreira (57)

 

1g- Tïtulos consecutivos: Na era aberta ninguém conseguiu o que Serena já fez duas vezes. Djokovic pode conseguir o Djoko Slam se levar A Austrália e a França. Ganhando na Austrália ele, com três títulos consecutivos empata com:

 

1- Sampras (wimbledon 93- austalia94), FEDERER (wimbledon – austráia em 5-6 e 6-7 , NADAL (RG-US 10) e ele próprio (Wimbledon 11 – australia 14).

 

PS: Lembrando que o Fed Slam quase aconteceu com a vitória de Del Potro no US Open 2009 – ele teria terminado o GS na Austrália.

 

1h- Finais consecutivas: Federer segue com as duas maiores séries: 10 (Wimbledon 5 – US Open 7) e 8 (RG 8 – Austrália 10), 18 finais em 19 torneios, interrompido pela derrota em sets diretos para Djokovic nas semis da Austrália. Nadal com 5 (RG 11 – RG 12) está ameaçado pelas atuais 4 de Djokovic (que consegue pela segunda vez depois de wimbledon 11- RG12).

 

 

 

1i- Semis consecutivas: As 23 de Federer (wimbledon 4 – australia 10) estão longe, mas as 14 de Djokovic (wimbledon 10 – us open 13) estão ameaçadas pela nova série de Djoko (interrompida na Austrália14), com 7, que ainda tem Lendl (10, US85-AUS88) para passar e pode ser atingida em 16.

 

1j- Djokovic, nas quartas desde a derrota na terceira rodada para Kohlschreiber em Roland Garros em 2009, já chega a 26, só atrás de Federer, com 36 (Wimbledon 4 – RG13). MUrray que não perdia antes das quartas desde o US Open de 2010 não jogou ROland Garros de 2013. Com a derrota nas oitavas do US Open, completou uma segunda série de 9 quartas seguidas, na sétima colocação geral.

 

1k- Aparências consecutivas: Federer se distanciou de Wayne Ferreira: Agora é 64 a 56. Feliciano Lopez passou Stefan Edberg no terceiro lugar (tinha 51, agora 55 a 54) e se jogar na Austrália e em Paris assume a vice-liderança. David Ferrer e Fernando Verdasco se desempataram com Fabrice Santoro (46, atual oitavo) e agora tem 50, mas Ferrer ao não competir em Wimbledon finalizou sua série. TOmás Berdych chegou a 49 e agora é o sétimo lugar. Todos os 5 provavelmente terão ranking para disputar os quatro torneios. Novak Djokovic e Guillermo García-Lopez chegaram aos 44 de Dominik Hrbaty e também dependem de seu físico para continuar a série. Stan Wawrinka, logo atrás com 43,pode entrar na lista já na Austrália.

 

RESUMINDO: Federer segue o líder absoluto de todas, menos de aparições em Grand Slam – e pode chegar a liderança compartilhada já em 2016, nos EUA. Djokovic continua sua escalada, já é vice em quartas consecutivas (26 e contando x 36 de Fed), vice em semifinais consecutivas (14, série encerrada, está em nova série com 7 – quarto lugar) e pode chegar em 16 ao vice em títulos (Nadal e Sampras-14 a 5- Djoko10), finais (Nadal 20 a 4- Djoko 18). ao número de semis (Connors 31 a Djoko 28), vitórias (Connors 233 x 5- Djokovic 207), finais consecutivas (Fed 10 e 8 x 4- Djoko 4). Pode ficar em terceiro no número de quartas (Connors 41 / Agassi 36 / Djoko 34) e o segundo lugar ficaria para 17/18.

 

Já Nadal precisa lutar para sair “do bolo”. Só segue a frente de Djoko em finais, finais consecutivas e títulos e não andou muito. Djoko este ano passou o espanhol em número de vitórias (de 180 a 187 fomos para 207 a 198). Este ano não pode fazer muito, mas um bom ano o deixaria perto de uma terceira / quarta colcação, atrás de Fed, Connors e Djokovic, em muitos aspectos.

 

 

1l- Títulos por Grand Slam. Djokovic com 5 títulos na Austrália, passou Fed e Agassi em 15, mas pode ter seu recorde empatado por Federer ou se distanciar. em RG, Nadal segue líder absoluto com 9. Em Wimbledon, Djoko chegou ao tri com Becker e McEnroe e agora corre atrás de Borg, com 5. Federer segue empatado com Sampras (7). No US Open, Fed segue empatado com Sampras e Connors (5), enquanto este ano Nadal e Djoko tentarão chegar ao tri, empaando com Lendl (McEnroe tem 4).

 

1m- Finais por torneio: Djoko este ano empatou com Federer e Edberg (5), enquanto Murray empatou com Wilander, Agassi e LEndl (4). Na França, Nadal com 9 e Federer com 5 caíram nas quartas. Borg com 6 é o segundo colocado e Fed tentará empatar com ele em 16. Em Wimbledon, Fed chegou a 10 finais, se distanciando de Becker e Sampras (7). No US Open, Djoko entrou no top5, empatado com Agassi (6). Fed subiu uma colocação e agora tem 7 com Connors e tentará o único recorde de finais alcançavel que ele não tem: as 8 de Lendl e Sampras.

 

1n- Semifinais por torneio: Na Austrália, Federer ampliou a liderança: 11 a 8 pra Edberg. Djoko e MUrray estão em quinto lugar com 5 e podem empatar com Agassi (6), mas tem NAdal atrás (4). Em Roland Garros, Nadal permaneceu com 9, e Djoko alcançou Fed na vice-liderança com 7. em Wimbledon, Fed avançou uma casa e agora com 10 tenta o recorde de Connors (11). Djokovic com 7 está em sexto e tenta empatar com McEnroe e Sampras (8). Já nos EUA, o recorde de Connors parece longe: 14. Federer empatou na vice com 10 (Agassi) e DJokovic também busca o recorde, agora em quarto com 9 (Lendl, Sampras).

 

1p- Semifinais consecutivas: Federer é o recordista na Austrália (11) e Wimbledon (7). Djoko com 6 em Wimbledon ameaça e pode virar recordista este ano, na Austrália nada avança; Fed também comparte o recorde em Roland Garros com Nadal, que teve sua série interrompida este ano: os dois estão com 5 e Djoko também chegou a este número, podendo ultrapassá-los. no US OPen está com 9, longe ainda de Connors (12).

 

1q- Vitórias por torneio de GS:

 

Na Austrália, Fed tem o recorde absoluto: 75. Djoko pulou para a terceira colocação e pode virar o vice-líder. Nadal e Murray podem também somar e tentar passar Edberg ainda nesta década. Tomas Berdych com 34 vitórias pode entrar na lista indo para as quartas.

 

1- FEDERER (73) 75

2- Edberg 56

(+3) 3- DJOKOVIC (43) 50

(-1) 4- LEndl, Agassi 48

(-1) 6- Sampras 45

(+1) NADAL (41) 45

(-) 8- Wayne Ferreira 39

(N) ANDY MURRAY (33) 39

(-1) 10- Andy Roddick 38

 

Na França, Nadal segue líder mas Federer ainda permanece próximo e Djokovic tenta ao menos chegar no top3 em 17: Este ano subiu uma colocação e em 16 pode chegar ao quarto lugar. Murray com 28 vitórias ainda permanece longe do top10.

 

1- NADAL (66) 70

2- FEDERER (61) 65

3- Guillermo Villas 58

4- Lendl 53

5- Agassi 51

6- Borg 49

(+1) 7- DJOKOVIC (42) 48

(-1) 8- Wilander 47

10- Yannick Noah, Connors, Jim Courier 40

(N) DAVID FERRER (36) 40

 

Na Inglaterra, Federer se distanciou de Boris Becker na vice liderança e agora chega em posição de passar Connors em 16 (uma nova final ou ainda uma semi pode empatar) e Djokovic entrou de vez na briga. Andy Murray com 46 pode chegar ao top10 esse ano, mas Nadal com 40 está longe.

 

1- Connors 84

2- FEDERER (73) 79

3- Becker 71

4- Sampras 63

5- McEnroe 59

(+4) 6- DJOKOVIC (46) 52

(-1) 7- Borg 51

(-1) 8- Edberg e Goran Ivanisevic 49

(-1) 10- Lendl 48

 

No US Open, Jimmy Connors com suas 97 vitórias parece imbatível. Federer ultrapassou Lendl e agora tem Agassi na mira. Djokovic segue no meio, e não pode avançar posições este ano. Nadal, mesmo só com duas vitórias entrou na lista. Murray com 40 pode chegar no top10 este ano aqui também.

 

1- Connors 97

2- Agassi 79

(+1) 3- FEDERER (72) 78

(-1) 3- Lendl 73

5- Sampras 71

6- McEnroe 65

7- DJOKOVIC (50) 57

8- Hewitt (46) 47

9- Villas, Edberg, Chang, Roddick 43

(N) Nadal (41) 43

 

2- TÍTULOS EM GERAL

 

Federer conquistou título pelo 15º ano consecutivo, agora um recorde isolado. Lendl tem 14 e Connors 13. Nadal está empatado em quarto com Edberg, Becker e Roddick (12). Djokovic e Murray com 10 podem chegar na lista, empatando com Villas, Brian Gottfried, Chang e Sampras (11).

 

2a- TÍTULOS

 

Federer de repente parece ter chances de chegar a 100 títulos. Pelo menos, contando seus troféus em duplas, fica mais fácil: tem 8 em duplas e 96 no total. De qualquer maneira está de olho em Lendl. Djokovic entrou na lista e se continuar no atual ritmo pode chegar no top5 este ano e finalmente passar Nadal. Murray tem 35, e provavelmente não chega na lista. Federer ganhou 5 torneios em 2014 e 6 em 15. Provavelmente até 17 ele passa Lendl. Já Nadal ganhou 7 títulos entre 14 e 15, repetindo os 7 de 11-12. Entre estes anos mais fracos, 10 títulos em 13. Parece questão de tempo para que Djokovic passe Nadal, e pode acontecer ao fim de 16 (mas provavelmente será em 17), antes mesmo que o espanhol passe McEnroe.

 

 

1- Connors 109

2- Lendl 94

3- FEDERER (82) 88

4- McEnroe 77

5- NADAL (64) 67

(-1) 6- Borg, Sampras 64

8- Villas 62

9- Agassi 60

(N) 10- Djokovic (48) 59

 

 

2b- Finais

 

Federer parece com chances reais de passar Lendl ainda em 16 – mas provavelmente acontecerá em 17. E será que em 3 ou 4 anos, Federer mantém espírito competitivo para chegar em 30 finais? Djokovic entrou finalmente na lista do top10 e parece ter chances de atingir a sétima colocação este ano ainda. Nadal pode chegar na quinta colocação de Villas e acredito que Djokovic poderá alcançar o espanhol em 17, quando os dois deverão se aproximar de McEnroe. Lá embaixo, Murray com suas sete decisões, pulou de 45 a 52, passando Ferrer que começou com 46 e terminou com 51. Precisaria de pelo menos cinco anos de alto nível para os dois se aproximarem do top10.

 

1- Connors 164

2- Lendl 146

3- FEDERER (124) 135

4- McEnroe 109

5- Villas 104

6- NADAL (92) 98

7- Agassi 90

8- Borg e Sampras 88

(N) 10- DJOKOVIC (72) 87

 

2c- Semifinais

 

Federer tem boas chances de passar Lendl aqui, enquanto Nadal que passou Sampras pode muito bem ultrapassar Edberg e Agassi este ano mas também pode ser ultrapassado por Djokovic, novo integrante da lista. Provavelmente os dois estarão no top5 em 2017. Lá embaixo, Ferrer ainda ganha de Murray (90 a 81).

 

1- Connors 235

2- Lendl 189

3- FEDERER (167) 178

4- McEnroe 159

5- Villas 154

6- Edberg, Agassi 138

8- NADAL (118) 129

9- Sampras 128

10- DJOKOVIC (105) 120

 

2d- Títulos por tipo de quadra

DURA: Federer segue líder com 60, seguido e Connors e Agassi (49, 48). Parece certo que Djokovic passará os dois em 16. Atualmente com 45, passou Sampras em 15. Murray com 26 pode passar Lendl com 31. No fim da lista: McEnroe 22, Chang/ Roddick 21. Nadal tem 16.

 

SAIBRO: Nadal com 47 deve passar em 16 Villas, com 49.

 

GRAMA: Federer absoluto, 15 x 10 de Sampras..

 

OUTDOOR: Federer passou Nadal este ano e agora lidera com 66 x 65. Djokovic com 47 pode passar em breve Villas, e Connors, erceiro colocado com 56

 

2e- NÚMERO DE JOGOS

 

Federer chegou perto, mas deverá passar Lendl só no Aberto da Austrália (ou antes?). Precisaria de quatro anos em nível top para passar Connors. Ferrer com 967 deve passar Gottfried e chegar aos 1000 jogos este ano. Nadal com 927 pode passar Sampras, na 11ª colocação e aguardar 17 pelo milésimo jogo. Djokovic provavelmente será o próximo com 832 jogos e deve ainda alcançar os mil jogos em 17, mas se ambos subirão mais ainda fica para 18.

 

1- Connors 1532

2- Lendl 1301

3- FEDERER (1213) 1297

4- Villas 1213

5- Agassi 1144

6- Illie Nastase 1074

7- McEnroe 1073

8- Edberg 1071

9- Gottfried 1002

10- Sampras 984

 

2f- NÚMERO DE VITÓRIAS

 

Federer chega perto de Lendl e aqui parece mais provável que passe Connors – mas só em 18. Nadal entrou na lista e deve passar durante 16 Edberg e Nastase, enquanto Djokovic está a 76 vitórias de Sampras, algo possível. De qualquer maneira também deve passar Edberg e NAstase em 17. Ferrer com 657 tem chances de acumular mais 115 vitórias na carreira e entrar no top10. Murray tem 550 e esse ano passou Berdych (era 481 a 485 e agora 550 a 542).

 

1- Connors 1254

2- Lendl 1071

3- FEDERER 1059

4- Villas 928

5- McEnroe 875

6- Agassi 870

7- Edberg 801

8- Nastase 774

9- NADAL 767

10- Sampras 762

 

2g- Títulos de Masters

 

Nadal continuou na liderança, mas os seis títulos de Djokovic o credenciam para uma tomada de posição tranquila em 16. Federer tenta, mas provavelmente ficará em terceiro.

 

1- NADAL 27

(+2) 2- DJOKOVIC (20) 26

(-1) 3- FEDERER (23) 24

(-1) 4- Lendl 22

5- McEnroe 20

 

2h- Finais de MAsters

 

Federer passou Nadal, mas viu Djokovic chegar perto. Uma confusão.

 

(+1) 1- FEDERER (39) 42

(-1) 2- NADAL (40) 41

(+1) 3- DJOKOVIC (30) 38

4- Lendl 29

 

2i- Semis de MAsters

 

Enquanto NAdal e Federer brigam e se revezam na frente, Djokovic chega perto e ameaça a liderança

 

1- NADAL (55) 57

2- FEDERER (53) 56

(+1) 3- DJOKOVIC (43) 51

(-1) 4- Connors 49

 

2j- Federer passou Nadal na liderança de títulos de ATP500 (de 14×15, agora 17×16). Em finais agora está 23 x 21, com 19 de Ferrer em terceiro. Djokovic de 11 para 12, empatou com Sampras na terceira colocação. Foram 14 finais.

 

2k- Com os dois títulos de ATP250, Federer desempatou com Hewitt (22) e agora persegue a liderança de Thomas Muster (26). Com Muster e Roddick, agora também tem o recorde de finais (32).

 

2l- Semanas na liderança:

 

Durante o ano Djokovic chegou a 180 (4/1/16), passando McEnroe (170) e Nadal (141). Agora na quinta colocação, mira Connors (268) e Lendl (270), mas só conseguirá no fim de 17, no mínimo. Passar Sampras (286) e Federer (302) só em 2018.

 

2m- Semanas consecutivas na liderança

 

A atual série de Djoko já é a oitava maior (79). Como ele não deve perder até ao menos a fase de saibro, é certo que passa a segunda de Lendl (80), Sampras (82) e Connors (84). Em 16 ainda pode passar a primeira de Sampras (102), em maio. As primeiras de Connors (160) e Lendl (157) ficariam para 17. E Federer, com 237? Só em 2019!

 

2n- Top2 – Federer segue no topo com 470. Lendl com 409 pode ser ultrapassado por Nadal (403). Sampras com 376 e Connors com 356. Djoko pode chegar só em 17 nesta lista.

 

2o- Top2 consecutivo – Djokovic chegou a 251 semanas e pode passar Lendl (280) e Connors, se ficar no top2 o ano inteiro (300). Se ficar até o fim de 17 também passa Federer (346).

 

2p- Top3 – Federer conseguiu passar Connors. Em 4/1/16 eles estão empatados e Fed será lider isolado em 11/1/16. Nadal tem 460 e buscará a terceira colocação de Lendl (499). Sampras completa o top5 com 457. Ainda faltam uns 2 anos para Djokovic.

 

2q- Top3 consecutivo: Nenhuma série atual: Connors com 507, Lendl com 497, Federer com 432,Sampras 371 e McEnroe 374. Djkovic está chegando, parece.

 

2r- TOp4: Federer tenta passar Connors: 619 a 669, ou seja, se ficar o ano todo assim, em janeiro de 17 passa. Lendl tem 510 e Nadal com 498 tentará passar. Sampras fecha com 484.

 

2s- Top4 consecutivo: Djokovic chegou a 444, passando Sampras (403) e só em 17 passará Lendl (501) ou mesmo Roger (646). Um recorde já perdido para Fed: Connors, com 705 (Djoko conseguirá ficar mais 5 anos?)

 

2t- Top 5: Federer com 646 busca um bom ano e garantir para ainda no início e 17 passar Connors (705). Nadal em terceiro passou Lendl (531 a 524) e acho que Sampras também (511).

 

2u- Cons. TOp5: Nenhuma série viva: Connors (658), Fed (548), Lendl (524), Nadal (522) e Sampras (491). Djoko está no top5 desde 11 de junho de 2007, o que significa que pode passar Sampras se passar o ano todo entre os 5 melhores. Nadal e Lendl por volta de Roland Garros-17 e Fed por volta da Austrália-18 (e Connors só em 20!)

 

2v- Top10- Federer poderá se continuar no top10 pelo ano garantir a passagem para o segundo lugar na lista. Atualmente: 701 x 747 Agassi. OS 817 de Connors estão distantes, pero no mucho: Alcançavel em abril de 18.

 

2w- TOp10 consecutivo: Federer com 691 está a menos de dois anos de Connors (691 e 788) e teria que passar 16 e 17 inteiros no top10 para alcançar a marca. Nadal com 559 entrou no top5 e agora vai passar Sampras (565) após o Aberto da Austrália e continuando o ano inteiro passa em janeiro de 17 Lendl (612). Djokovic passou Villas, Borg e Beccker durante o ano e já é o sétimo na lista (entrou no top10 dia 19 de marco de 2007). Edberg é alcançavel em setembro. Nadal entrou no top10 dois anos antes de Djoko.

 

2x- FINAIS DE TEMPORADA

Djoko, com seu quarto número 1 se junta a MCEnroe e LEndl. Fed e Connors tem 5 e Sampras 6.

 

No top2, Fed não somou e segue com 10. Connors, Nadal tem 8 e McEnroe, Sampras e LEndl 6. Djoko pode se juntar ao grupo em 16- tem 5 terminos no top2.

 

Fed consegue pela 12ª vez terminar o ano no top3 e agora é recordista com Connors. Djokovic se juntou a Nadal, Sampras e LEndl com 9.

 

Foi também a 12ª vez dele no top4 , 2 atrás de Connors (14). Será qu em 18 passa com 15? Nadal ficou nos 10 que já tinha e Djoko chegou a 9 com McEnroe, Lendl, Sampras.

 

Fed chegou a 12 no top5 – e 2 também atrás de Connors (140). No fim, Nadal conseguiu pela 11ª vez, e Lendl e Sampras ficaram atrás com 10 – Djoko está com 9.

 

Fed terminou pela 14ª vez no top10 e agora é terceiro isolado (Lendl com 13 e Sampras com 12). Connors e Agassi, líderes alcançáveis (16).

 

2z- Dinheiro:

 

Com os 16,760 de 2015, Djoko pode acabar chegando aos 100 milhões antes de Fed. Por enquanto está com $97,303,556 e Djoko chegou a $94,050,053. ENquanto Fed ganhou mais de 8 milhões, Djoko chegou a 21. Federer provavelmente deve chegar aos 100 milhões primeiro, mas se for mantido o domínio de Novak. pode ser que Djoko atinga a marca antes. De qualquer maneira, deve passar e pode ser o primeiro recorde total que Djoko poderá ter no circuito (Outro recorde absoluto pode ser o de Master series: Vencendo Indian Wells e Miami, Djoko chega a 28 e será o recordista).

 

2&- Tie-breaks: Karlovic fechou a temporada com 604 tie-breaks na carreira. Federer tem 596 e poderá ultrapassar o croata em 16. Já é o líder de vi’torias (386 contra 328 de Sampras).

 

 

3- Duelos

 

1- Djokovic e Nadal (42) 46: o maior duelo de todos começou com Nadal liderando 23 a 19, mas as vitórias – em sets diretos – em Monte Carlo, Roland Garros, Pequim e Londres selaram pela primeira vez um empate: 23 a 23. Em finais, Djoko amplicou em Pequim: agora lidera 13-10, e diminuiu a vantagem que NAdal tem em GS: agora perde por 4 a 9. Nas finais de GS, Nadal também ganha: 4 a 3.

 

2- Djokovic (36) 44: pode ultrapassar o duelo acima e se tornar o maior da história. Federer começou com 19 a 17, Fed venceu Dubai mas depois Djoko levou quatro seguidos, empatando em Wimbledon (20-), Fed voltou a ter vantagem em CIncinatti para depois perder no US Open. Em Londres, Roger ganhou a fase de grupos e Djoko a final. O resumo do ano: Fed ganha em partidas menores, Djoko leva quando importa mais. Em Grand Slam, Djoko levou duas e agora lidera: 8 a 6; finais de GS estava 1 a 1 e agora ele lidera 3 a 1; em finais gerais viu Djoko ampliar: de 6 a 4 para 11 a 6.

 

3- Lendl x McEnroe 36 (21-15)

4- Connors x Lendl 35 (13-22)

4- Becker x Edberg 35 (25-10)

6- Connors x Mc Enroe 34 (14-20)

7- Agassi x Sampras 34 (14-20)

8- FEDERER x NADAL (33) 34. Depois de quase dois anos sem encontros, Federer ganha de Nadal na final BAsiléia. Ainda assim está bem atrás: Nadal lidera com 23 a 11 e 14 a 7 em finais. Nos GS, 9 a 2 (as 2 vitórias em Wimbledon).

 

9- DJOKOVIC x MURRAY 30 (21×9). Sete encontros no ano e o encontro entrou no top10, Djoko levou 6. Se depois do US Open de 2012, o confronto estava 8 a 7 para Djoko, o sérvio em seguida ganhou 3 deles até perder na final de Wimbledon 2013 (11 a 8). Nova série de oito confrontos, selou a vantagem atual. No ano, Murray só ganhou em Cinci.

 

9- FERRER x NADAL 30 (6-24) Dois encontros no ano, duas vitórias de Nadal.

 

11- Edberg x Lendl 27 (14-13)

11- FEDERER x HEWITT 27 (18-9)

13- FEDERER x MURRAY 25 (14-11) Fed que perdia por 11 a 9 em 2013, agora tem 5 vitórias seguidas depois das semis de Wimbledon e Cinci.

14- Federer x Roddick 24 (21-3)

15- Borg x Villas 23 (18-5)

15- Borg x Connors 23 (15-8)

15- DJOKOVIC x WAWRINKA 23 (19-4) Djoko ampliou a vantagem que era de 16-3, mas Wawrinka levou a final de Roland Garros.

18- MURRAY x NADAL 22 (6-16) 1 vitória para cada lado, mas Murray ganhou na final, a primeira (3-1)

18- LEndl x Wilander 22 (15-7)

18- Agassi x Chang 22 (15-7)

21- DJOKOVIC x FERRER 21 (16-5)

mais quatro jogos

4- Duplas

 

Por enquanto a situação atual e o quanto eles defendem da Austrália

1- Melo 8900 (22) – 720 (SF) 8180

2- Tecau 7420 (24) – 720 (SF) 6700

3- Rojer 7420 (26) – 720 (SF) 6700

4- B Bryan 6770 (22) – 180 (R16) 6590

5- M Bryan 6770 (23) – 180 (R16) 6590

6- Dodig 6685 (19) – 720 (SF) 5965

7- Murray 5745 (27)

8- Peers 5545 (27)

9- Bopanna 5530 (35)

10- Fognini 5365 (28)

 

Ou seja, é possível para Melo perder a liderança se cair antes da semi e com Roger/Tecau e os Bryan sendo campeões.  Antes de INdian Wells e Miami, Melo e Dodig tem 500 pontos a defender (no pior dos casos um 50 pontos entra). Em IW eles descontam 360 pontos e em Miami, Melo tem mais 360 pontos a tirar. Já Rojer/Tecau tem 680 pontos a perder (Roterdã e Dubai, sendo que ao menos asseguram 240 de Nice e Viena), mais 180 em IW. Já os irmãos Bryan também tem 250 pontos a defender antes e mais as oitavas de Indian Wells (180) e o título de Miami (1000).

 

Ou seja, ao final de tudo, Melo ainda tem 6960, seguido por Roger/Tecau com 6260 e Bryan com 5460. Dodig com 4955. Com bons resultados ainda segura a liderança até o saibro. Dodig também está na briga por mais pontos e assim, Melo/Dodig entrarem como cabeça 1. No formato atual, seriam o cabeça 2.

 

 

 

O Dalcim fez um post ótimo em que resume muitas dessas informações, e acrescenta outras em uma linguagem perfeita: http://blogdotenisbrasil.com.br/index.php/2015/11/25/vem-ai-um-2016-inesquecivel/

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